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sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Sobre o Dia das Crianças, ou... sobre honrar a Deus.
Esse último feriado do dia 12/10/2016, me fez refletir algumas coisas... Algumas reflexões sobre honrar a minha vida, a minha fé e minhas convicções.
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
Muito longe de uma oração: Mentalidade da Gratidão
Faz um bom tempo que não dedico um tempo em escrever um pouco sobre meus pensamentos
e observações da vida. Mas dessa vez, veio que por necessidade!!!
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Feliz Nata... o quê?
Mais um ano... mais um 25 de dezembro... mais um Natal, ou Natalis Invict Solis.
Se você é cristão, sabe a importância da data (ou deveria saber) e seu simbolismo, a santificação do dia 25 de dezembro. Se você não é cristão, não importa, é uma data importante de qualquer maneira, seja por motivos religiosos, filosóficos ou sociais. Basicamente o sentimento comum é de reflexão e festa.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Os cinco elementos
Terra, água, ar e fogo. Simbolicamente são esses quatro elementos que compões todo o nosso mundo. A terra representa todo o contexto mineral existente. A água todos os elementos líquidos. O ar é a representação dos elementos gasosos. E o fogo a luz, a energia!
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Os Versos Áureos de Pitágoras
Alguns dias atras, graças a uma virose, tive um tempo para mim (entre uma ida ao banheiro e outra) e resolvi reeeeeeler novamente (^_^) os Versos Áureos de Pitágoras. Esse belíssimo texto, escrito a aproximadamente 500 a.c. continua sendo uma forte fonte de inspiração e meditação, sendo quase um tratado de como viver em harmonia e em paz...
Por esse motivo, decidi escreve-lo aqui.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Um pouco de tolerância
Os aspectos práticos que dizem respeito à tolerância são o respeito pela opinião alheia e a relevância de atos, ditos maldosos ou nocivos. Porém, a tolerância não está apenas relacionada à pessoa alheia, mas também está em relação pessoal, ou seja, diz respeito também aos nossos próprios atos e opiniões.
domingo, 8 de julho de 2012
Um breve ensaio sobre William Blake
O certo e o errado;
céu e inferno; luz e escuridão; o bem e o mal; vida e morte; amor e ódio;
masculino e feminino; deuses e demônios; Todos esses são exemplos de dualidades
que rondam o ser humano, desde seu nascimento até o dia de sua morte.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Vivendo em grupo: O que devemos saber sobre ética...
A ética, pelo seu entendimento mais básico, pode ser definida como aquilo que se pode fazer (tecnicamente), mas que não se pode realizar (moralmente). A negativa das proposições também é válida, ou seja, aquilo que não se poder fazer (tecnicamente), mas que se pode realizar (moralmente).
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Vivendo em grupo: Uma introdução filosófica
Viver por si só já
não é uma tarefa das mais simples, ainda mais se você deseja viver de maneira
justa e perfeita. Juntando a isso o fator de vivência em grupo, característica
esta inerente ao ser humano, viver se torna uma tarefa sublimemente difícil.
Espirito de equipe, discernimento, tolerância e solidariedade, são características essenciais para que o viver, conforme citado anteriormente, possa ocorrer.
Estudando tais características, de forma resumida, temos:
Portanto, pode-se definir que para viver em grupo, de maneira justa e perfeita, a necessidade de se trabalhar em equipe não é um caminho, mas sim um fim. O caminho encontra-se no equilíbrio dinâmico entre discernimento, tolerância e solidariedade.
Espirito de equipe, discernimento, tolerância e solidariedade, são características essenciais para que o viver, conforme citado anteriormente, possa ocorrer.
Estudando tais características, de forma resumida, temos:
- O espírito de equipe que consiste da capacidade do indivíduo em viver em grupo, com discernimento, tolerância e ajudando ao próximo, beneficiando o bem estar do grupo.
- O discernimento nos capacita a diferenciar, basicamente, o certo do errado. Consiste em nosso julgamento ético. É o fator que define nossas ações.
- A tolerância nos remete a reflexão do comportamento alheio. Faz-nos ver o mundo como o próximo também o vê e nos devolve uma reflexão introspectiva de nosso próprio comportamento. Com isso podemos confrontar as ideias e verificar se há ou não convergência das mesmas.
- A solidariedade nos faz cuidar do próximo. Lembrando que o cuidar é um termo muito abrangente neste contexto, mas, resumidamente, são ações que podem ir deste uma palavra confortante e ir até uma ação disciplinar (tais como uma bronca, chamada de atenção, sanções, etc...).
Portanto, pode-se definir que para viver em grupo, de maneira justa e perfeita, a necessidade de se trabalhar em equipe não é um caminho, mas sim um fim. O caminho encontra-se no equilíbrio dinâmico entre discernimento, tolerância e solidariedade.
REFERENCIAS
1. Imagens do artigo: FreeDigitalPhotos.net
terça-feira, 15 de maio de 2012
O Ideal de cidadão na Apologia de Sócrates
Nada melhor do que estudar filosofia. E nada melhor que começar pelo grande filósofo Sócrates...
Filosofia é um exercício mental que nos leva a reflexões e a um crescimento humano indescritível.
Filosofia é um exercício mental que nos leva a reflexões e a um crescimento humano indescritível.
Tento aqui demonstrar, de forma sintetizada, um pouco que aprendi estudando os ensinamentos de Sócrates e que tento por em prática no meu dia-a-dia.
Sócrates: filosofo; idealista; humano. Sua vida e seus estudos refletem um ser humano como poucos existiram. Um homem que dedicou a sua vida para viver como um verdadeiro ser humano, pagando com sua vida este maravilhoso ideal.
Sócrates nos deixa,
como exemplo a ser seguido, lições de compaixão, tolerância e ética; sua
sapiência no trato humano; seu cuidado e preocupação em ensinar; e sua retidão
lógica perante os feitos ação/reação.
Como cidadão,
Sócrates nos ensina como ser patriota e leal com nossa pátria, seguindo e
respeitando as leis do Estado. Porém, nos lembra de que, como cidadãos, somos
guardiães de nossa pátria e, se for preciso, contra as leis devemos agir. Não
como foras da lei ou bandidos, causando mal ao próximo, mas como uma luz que
tenta mostrar aos demais cidadãos e ao Estado falhas em vossas leis, a fim de
corrigir injustiças.
Como mentor,
professor e mestre nos deixa a herança a crença da evolução. Ensinando não
somente para corrigir, mas para evitar erros. Nos deixa a retórica, como
ferramenta de autodesenvolvimento.
Como homem, nos
deixa a fé. A fé em acreditar em um ser superior que nos guia. A fé em
acreditar em seus ideais. A fé em manter-se coerente em nossas decisões. A fé
na simplicidade, abrindo mão das riquezas materiais em busca da riqueza
espiritual.
Deixo aqui uma referência muito interessante sobre o filósofo. Um antigo filme que conta um pouco sobre sua vida, baseado no livro de Platão Apologia de Sócrates.
Deixo aqui uma referência muito interessante sobre o filósofo. Um antigo filme que conta um pouco sobre sua vida, baseado no livro de Platão Apologia de Sócrates.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
O Templo de Salomão
Escolhi este tema por me deixar curioso essa história de construção de réplica de templos e novelas na televisão sobre o tema (tudo bem que o dirigente da Igreja que está montando a réplica e da TV que está passando a novela é o mesmo...). Enfim... vamos ao que interessa
Construído em Jerusalém a 480 A. C., durante o quarto ano do reinado de Salomão, filho de Davi, o templo de Salomão (conhecido também como A Casa de Deus) teve como objetivo abrigar a Arca da Aliança e se tornar um templo de adoração e respeito a Deus, visto que o templo foi construído por ordem Dele diretamente a Davi.
Dotado de grande sabedoria (por benção de Deus, conforme prometera Ele a Davi) coube à Salomão a incumbência de iniciar a construção do templo, aproveitando a época de paz que se encontravam os reinos vizinhos nesta época.
Utilizando-se da aliança e amizade com Hiran, rei de Tiro, (conquistada através de anos de diplomacia e sabedoria) Salomão iniciou a construção com sua ajuda e parceria mútua. Enquanto Salomão fornecia insumos alimentícios proveniente de seu reino, Hiran fornecia mão de obra especializada e alguns insumos para construção do templo.
Para a época, o templo foi uma grande obra de engenharia e arquitetura. Suas dimensões foram mensuradas em côvados. Côvado é uma antiga unidade de medida cuja medida compreendia a distância da ponta do dedo indicador até o cotovelo. Por motivos didáticos e para ilustrar melhor as proporções da construção, adotaremos aqui a proporção de um côvado para 45 cm, medida esta estimada pelo matemático russo Yakov Perelman (1882-1942).
O templo possuía a forma de um quadrilongo de aproximadamente 365 m2. Sua construção era composta basicamente de blocos pedras, madeira e ouro e cobre em seus adornos.
A importância da construção deste templo é refletida nas referências ao Templo de Salomão visto em templos religiosos (geralmente cristãos) até os dias de hoje.
Resumidamente, esta construção é uma alegoria que demonstra claramente os princípios de retidão, amplitude e discernimento: retidão pelo comprimento da palavra em construir o templo; amplitude por usar e respeitar seus laços de aliança e amizade, envolvendo-os no processo; discernimento por saber que esta não era uma obra para seu reino e sim para toda humanidade;
REFERENCIAS
1. A Bíblia Sagrada Cristã.
2. Álgebra Recreativa - Yakov Perelman.
domingo, 13 de maio de 2012
Fernando Pessoa e os poemas ocultistas
Já que publiquei aqui no blog um poema ocultista de Fernando Pessoa, acho que nada mais justo de postar aqui uma pequena pesquisa que fiz a respeito sobre esse assunto.
Fernando Pessoa,
escritor e poeta português, nascido em Lisboa- Portugal - em 1888 e morreu em
1935.
Durante sua vida,
Fernando Pessoa trabalhou em vários lugares como correspondente de língua
inglesa e francesa. Foi também empresário, editor, crítico literário,
jornalista, comentador político, tradutor, inventor, astrólogo e publicitário,
e ao mesmo tempo produzia suas obras em verso e prosa.
Fernando Pessoa é
conhecido por seus heterônimos e como ele conseguia manipular diferentes
personalidades para cada um deles.
Os principais
heterônimos de Fernando Pessoa são:
· Alberto
Caeiro, nascido em Lisboa, e era o mais objetivo dos heterônimos. Buscava o
objetivismo absoluto, eliminando todos os vestígios da subjetividade. É o poeta
que busca "as sensações das coisas tais como são". Opõe-se
radicalmente ao intelectualismo, à abstração, à especulação metafísica e ao
misticismo. É o menos "culto" dos heterônimos, o que menos conhece a
Gramática e a Literatura.
· Ricardo
Reis, nascido no Porto, representa a vertente clássica ou neoclássica da
criação de Fernando Pessoa. Sua linguagem é contida, disciplinada. Seus versos
são, geralmente, curtos. Apoia-se na mitologia greco-romana; é adepto do
estoicismo e do epicurismo (saúde do corpo e da mente, equilíbrio, harmonia)
para que se possa aproveitar a vida, porque a morte está à espreita.
· Álvaro
de Campos, nascido no Porto, é o lado "moderno" de Fernando Pessoa,
caracterizado por uma vontade de conquista, por um amor à civilização e ao
progresso. Campos era um engenheiro inativo, inadaptado, com consciência
crítica.
Fernando Pessoa
também é conhecido – um pouco menos é claro – por seus estudos sobre ocultismo
e religião antiga.
Em um famoso artigo
publicado no Diário de Lisboa em 4 de fevereiro de 1935, Fernando Pessoa deixa
claro sua posição contrária a um projeto de lei que proibia a existência de
associações secretas. Neste artigo, o escritor defende a Maçonaria, inclusive,
fornecendo detalhes da constituição da ordem. Detalhes estes que apenas um
iniciado na ordem poderia fornecer, porém, por motivos óbvios, ele não se
declara um maçom.
Vários poemas do
escritor conhecidos como “Poemas Ocultistas” demonstram um pouco da
profundidade de seu conhecimento sobre o assunto. Dentre outros, cito como
exemplo o poema Iniciação, de maio de 1932.
Outro fato
relevante são correspondências escritas por Fernando Pessoa reunidas na obra
“Pessoa inédito” de Tereza Rita Lopes (Lisboa, 1993), onde transcrevo um trecho
autoexplicativo sobre o artigo publicado do Diário de Lisboa:
“Por
isso eu disse, legitimamente, que não pertencia a Ordem nenhuma. Não podia
legitimamente dizer que não tinha nenhuma iniciação. Antes, para quem pudesse
entender, insinuei que a tinha, quando falei de uma preparação especial, cuja
natureza não me proponho indicar. Esta frase escapou, e ainda mais o seu
sentido possível, aos iledores antimaçonicos. Só posso pois dizer que pertenço
à Ordem Templária de Portugal. Posso dizer, e digo, que sou Templário
portuguez. Digo-o devidamente autorizado. E dito, fica dito. (…)”
Outras fontes
indicam uma aproximação não só com a Ordem Templária, como à Rosa-Cruz e à
Maçonaria, como em estudos realizados por Rogério Mathias Ribeiro no ano de
2009 (UFF) em sua dissertação de mestrado “Esoterismo e ocultismo em Fernando
Pessoa: Caminhos da crítica e de poética”. Tais estudos mostram a missão da
poesia ocultista de Fernando Pessoa como ferramenta para inferir seus
conhecimentos no mundo profano (o nosso, no caso, aqueles não iniciados em nenhuma Ordem).
Concluo este post sem poder realmente definir o
real grau de ligação entre Fernando Pessoa e Ordens Iniciáticas. Mas posso concluir
que este é mais um, de muitos, “buracos de coelho” que tenho a explorar e expor
em trabalhos futuros.
INICIAÇÃO - Fernando Pessoa
Quando temos a oportunidade de conquistas novos conhecimento e se dedicar ao estudo de novas ciências. Quando entramos em contato com mestres dispostos a nos fornecer informações e sabedoria, damos o nome de Iniciação.
Iniciações são introduções a novos conhecimentos, são nossas aulas inaugurais na Universidade, aquele tutorial bem escrito que nos apresenta a novos conhecimentos ou até mesmo aquela palestra empolgante que nos faz cair de cabeça no assunto em questão...
Novos conhecimentos iluminam nossas mentes, nos afasta das trevas da ignorância e nos transformam em pessoas melhores.
Deixo aqui uma transcrição de um poema ocultista de Fernando Pessoa para que possamos refletir...
INICIAÇÃO
Não dormes sob os ciprestes,
Pois não há sono no mundo.
O corpo é a sombra das vestes
Que encobrem teu ser profundo.
Vem a noite, que é a morte,
E a sombra acabou sem ser.
Vais na noite só recorte,
Igual a ti sem querer.
Mas na Estalagem do Assombro
Tiram-te os Anjos a capa.
Segues sem capa no ombro,
Com o pouco que te tapa.
Então Arcanjos da Estrada
Despem-te e deixam-te nu.
Não tens vestes, não tens nada:
Tens só teu corpo, que és tu.
Por fim, na funda caverna,
Os Deuses despem-te mais:
Teu corpo cessa, alma externa,
Mas vês que são teus iguais.
A sombra das tuas vestes
Ficou entre nós na Sorte.
Não estás morto, entre ciprestes.
Neófito, não há morte.
Fernando Pessoa - 1932
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